Contexto
Tony F. Marshall, criminólogo britânico, cunhou essa definição em 1999 no documento 'Restorative Justice: An Overview', encomendado pelo Ministério do Interior do Reino Unido. O texto se tornou referência fundacional para programas de justiça restaurativa em todo o mundo.
Interpretação
A frase define justiça restaurativa como um encontro voluntário entre vítima, ofensor e comunidade para decidir juntos como reparar o dano. Em vez de punir isoladamente, busca-se responsabilização e reconstrução de relações.
Aplicação
No dia a dia, pode ser usada em conflitos familiares, escolares ou de vizinhança: reunir todos os afetados, ouvir cada lado e combinar ações concretas de reparação. Isso substitui a lógica de castigo por diálogo e acordo mútuo.
Curiosidade
Marshall cunhou a definição mais citada da área, mas ele mesmo admitia que 'justiça restaurativa' é um termo guarda-chuva com muitas práticas diferentes. Sua frase é tão influente que aparece em manuais da ONU sobre mediação penal.